29 agosto 2012

CURSO DE INTRODUÇÃO E CAPACITAÇÃO A DEPENDÊNCIA QUÍMICA 2012


OBJETIVO: Capacitar e treinar profissionais para avaliação, encaminhamento e tratamento da Síndrome.
Conteúdo Programático: Breve Histórico da Dependência Química enquanto doença; Personalidade Adicta; Uso, Abuso e dependência (Progresssão da Doença); prevenção; Co- dependência; Doença Familiar, Dependência Química e SNC; Transtornos do Impluso; Comorbidades em Dependência Química; Farmacoterapia para DQ ; Classificação das Drogas e seus efeitos; Neuropsicologia na DQ ; Perdas Cognitivas no uso de Drogas; Aspectos neuro psicológicos na adicção; Modelos de Tratamentos DQ ; Tratamento para Adolescentes; Internação e tratamento ambulatorial; Tratamento Familiar ;Aconselhamentoem DQ; Discussão de Casos .
Ao final do Curso estaremos abrindo grupos de orientação com a possibilidade de estágio
4 módulos-4° Sábado de cada mês


CURSO DE INTRODUÇÃO AO TRATAMENTO DA DEPENDENCIA QUÍMICA


Programa:
Inicio – 22/09/12
1° aulaBREVE HISTÓRICO DA DQ

USO,ABUSO E DEPENDÊNCIA

DQ UMA DOENÇA PROGRESSIVA

TRANSTORNOS DO IMPULSO

COMORBIDADES

/APRESENTAÇÃO DE CASO/

2° aula – 27/10/12

CLASSIFICAÇÃO DA DROGAS

EFEITO DAS DROGAS NO SNC

FARMACOTERAPIA

NEUROPSICOLOGIA NA DQ

PERDAS COGNITIVAS E OUTROS DANOS NO USO DE DROGAS

/APRESENTAÇÃO DE CASO/

3° aula -24/11/12

PERSONALIDADE ADICTA

ADOLESCÊNCIA E O USO DE DROGAS

PREVENÇÃO PRIMÁRIA,SECUNDÁRIA E TERCIÁRIA

CO DEPENDÊNCIA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

DOENÇA FAMILIAR -A DQ E O NUCLEO FAMILIAR

MODELO DE TRATAMENTO FOCAL EM FAMILIA DE DQ

/APRESENTAÇÃO DE CASO/

4° aula – 01/12/12

INTERNAÇÃO E AMBULATÓRIO

12 PASOS E A IMPORTÂNCIA DOS GRUPOS ANÔNIMOS NO TRATAMENTO

MODELOS DE TRATAMENTO

DIFERENCIAL NO TRATAMENTO DE ADOLESCENTE

ACONSELHAMENTO EM DQ

A FORMAÇÃO DO CONSELHEIRO

ÉTICA DO ACONSELHAMENTO

EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

PLANO DE TRATAMENTO

/ESTUDO DE CASO/
FORMAÇÃO DE GRUPO DE ESTUDOS E ESTÁGIO SUPERVISIONADO APÓS O TÉRMINO DO CURSO 
Equipe Técnica:

Psiquiatria: Dr. Guilherme Torres e Dr. Renato L.C. de Souza

Psicologia: Ana Café, Soraya Monteiro e Thaís Monteiro

Conselheiro: Tito Gomes

Coordenação: Ana Café e Claudia Martins

4° sábado de cada mês
Investimento 4 parcelas de R$180,00 ( cheque ou cartão de crédito)


Dados para reserva:
Nome:
tel.
cel.
end.
e-mail:
formação:
O pagamento da primeira parcela pode ser feito em depósito bancário (conta do Núcleo Integrado) até o dia 20/09.
Banco Itaú 
Núcleo Integrado
Agência:8682
Conta Corrente:04191-1
CNPJ:105980790001-58


Inicio 22 de setembro Horário: 09:00 ‘as 18:00
Informações e Inscrições:
Clínica Núcleo Integrado e Clínica Solar Day Care
Av.das Américas 3200 sl.111
Tel.:3553-6442/3217-1298/ 8110-8364

13 maio 2012




POR QUE VOCÊ ESTÁ CHORANDO? 
ele perguntou a sua mãe
Porque eu sou mãe, ela respondeu. 
Eu não entendi, ele disse. 
Ela apenas o abraçou e sussurrou: 
Você nunca entenderá. 
Mais tarde o menino perguntou ao pai
porque as mães parecem chorar
sem nenhuma aparente razão.
Todas as mães choram sem motivo,
foi o que o pai conseguiu responder.
O menino cresceu, tornou-se um homem
e ainda tentava entender porque mães
volta e meia estão chorando.
Após muitos anos, já em avançada idade,
ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente
com Deus, logo disse:
Senhor, nunca entendi porque mães
choram tão facilmente
Disse Deus:
Quando eu criei as mães
tinha que ser algo especial.
Eu fiz seus ombros fortes o suficiente
para carregar o peso do mundo
e, ainda, suficientemente
confortáveis para dar apoio.
Eu dei a elas a força para
a hora do nascimento dos filhos
e para suportar a rejeição
que tantas vezes vem deles.
Eu dei a elas a fibra que permite
a continuação da luta
quando todos à sua volta já desistiram.
Dei-lhes a perseverança em proteger
a família por entre doenças e tristezas
  sem jamais desistir de amar.
Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos
diante de quaisquer circunstâncias,
mesmo que eles a tenham
magoado profundamente.
Essa mesma sensibilidade
as ajuda a silenciar
o chorinho dos seus bebês,
fazendo com que se acalmem e,
quando adolescentes,
que compartilhem com ela
suas ansiedades e medos.
... E, finalmente,
dei-lhes a lágrima para derramarem
sem nenhuma razão aparente.
É sua única fraqueza.
Por que fiz isso ?
Para não diferenciá-las por completo
do restante da espécie humana.



Esse texto, que  não sei de quem é a autoria, me tocou e gostaria de compartilhar com vocês neste dia das mães.
 Hoje neste mundo louco e acelerado em que vivemos, no qual me sinto por uma intensidade de minutos, horas e dias desconectada de meus sentimentos, ausente de mim mesma e sempre focada em metas, projetos, ações, esse é o retrato da mãe e da mulher moderna.
 Gostaria de postar aqui o meu agradecimento em primeiro lugar a minha mãe, que me deu a possibilidade dos sentidos, de ouvir, de cheirar, de falar, de odiar na mesma intensidade  que me permite amar. Só uma relação assim pode ser tão intensa, extrema e perdurar. Com perdas, ganhos, maturidade e gratidão.
 Queria também deixar  uma enorme gratidão  ao meu companheiro de jornada, que me deu a dádiva e a possibilidade da maternidade, me ajuda nesta construção e me deu as pérolas mais preciosas que qualquer homem poderia dar a uma mulher 
 E a vocês minhas filhas toda gratidão do mundo, vocês me lembram todo dia de ser gente, de reviver e reascender a chama da vida . Todos os dias da minha vida vocês me lembram de sentir, medo, amor, alegria, saudade e uma enorme gratidão quando escuto de quem ainda está aprendendo a viver " Mamãe eu Amo você". Esse é o melhor presente .
É o presente precioso, é o momento que nossa alma se toca, se fala e se cala.
Muito obrigada de novo e sempre.
Amo vocês
 E as minhas mães, aquelas que estão comigo num caminho pelo crescimento, recuperação de si mesmas e daqueles que também tanto amam, fica aqui o meu sentimento de admiração, gratidão e a certeza de estarmos juntas  num caminhar pelo resgate de um amor que é infinito. Lembrando que só pode saber do amor quem um dia conheceu a dor.
 Que sejamos mães, humanas, sensíveis e que venham as  lágrimas pois elas regarão nossos sorrisos
 Obrigada a todos, 
mas principalmente 'a 
VIDA 

15 abril 2012

CONCURSOS CULTURAIS PARA PREVENÇÃO AS DROGAS - SENAD


 A SENAD abre as portas para que a sociedade promova ações de prevenção. Abra você as suas também, vamos dar as mãos, acabar com preconceito e fazer da prevenção a nossa grande, senão a unica aliada.
Divulguem entre seus alunos, as escolas precisam entrar nesta luta e inserir conteúdos transversais em torno do tema.
Estudantes, fotógrafos e músicos de todo o Brasil podem enviar seus trabalhos para os concursos promovidos pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça, com o tema Prevenção ao uso de drogas. Compromisso de todos.
Os concursos são oferecidos em cinco áreas: cartazes, fotografia, jingle, vídeos e monografia e recebe trabalhos até o dia 27 de abril. Os participantes vão concorrer a prêmios de até R$ 6 mil.
A finalidade dos concursos, realizados anualmente, é incentivar a reflexão e a discussão sobre a questão das drogas nos ambientes escolar e universitário, e no dia-a-dia do cidadão brasileiro.
Conheça o regulamento de cada categoria:

Cartazes: podem participar estudantes do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental, de escolas públicas ou privadas de todo o país, que serão divididos em quatro categorias. Serão premiados três cartazes por região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste) em cada categoria.
Fotografia: aberto a profissionais e amadores, que disputam um único prêmio por região.
Jingle: voltado a músicos profissionais ou amadores e premiará o melhor trabalho de cada região.

Vídeo
: alunos do 6° ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, de escolas públicas ou privadas de todo o país. O concurso premiará um vídeo de cada região, por categoria.
Monografia: podem participar estudantes universitários devidamente matriculados em cursos de graduação das Instituições de Ensino Superior reconhecidas pelo Ministério da Educação. Serão premiados os três melhores trabalhos em nível nacional.
Fonte: Ministério da Justiça

02 agosto 2011

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO

INVISTA EM PREVENCAO COM PALESTRAS, TEATRO 
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11 julho 2011

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA APRESENTA


NAS ESCOLAS, FALTA PREPARO PARA DISCUTIR DROGAS






Enviado por Demétrio Weber - 
26.06.2011
 | 
14h39m  - 


 Preocupação nas escolas, o consumo de drogas por estudantes é um desafio para educadores em todo o país. 
Especialistas recomendam abertura para o diálogo em vez de punição ou posturas moralistas. 
Mas admitem que é difícil lidar com o problema e que as redes de ensino não estão preparadas para isso. 
O programa de prevenção dos Ministérios da Educação e da Saúde (MEC), em parceria com a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e a Universidade de Brasília (UnB), está presente em apenas 1.255 municípios22% do total. 
Uma das principais ações é oferecer formação específica a professores de escolas públicas.
Isso é feito por meio de cursos a distância, com duração de 120 horas. 
A estratégia, porém, só atingiu 30,7 mil docentes, o que corresponde a meros 2% do total de profissionais de ensino fundamental e médio na rede pública do país.
A coordenadora do Programa Saúde na Escola por parte do MEC, Marta Klumb, diz que o diálogo é a chave para abordar o tema. 
E que os professores devem criar um vínculo de confiança com os jovens. Marta é contra a suspensão de estudantes flagrados consumindo drogas:
— O aluno que faz uso de drogas não deve ser expulso da escola, ele deve ser acolhido.
A coordenadora enfatiza a importância de que os profissionais da educação sejam preparados para enfrentar o assunto sem tabus. 

Para isso, segundo ela, é necessária uma boa dose de conhecimentos científicos: desde o prazer que as drogas proporcionam até as consequências danosas à saúde e ao projeto de vida de cada jovem.

— Nossa orientação é para que o tema conste no currículo e no projeto político-pedagógico das escolas. Não queremos que seja abordado só na aula de biologia ou educação física. O porteiro, a merendeira têm que saber discutir e dialogar.

Em Brasília, a professora da UnB Margô Karnikowski coordenou uma pesquisa em escola pública com o objetivo de descobrir como educadores e profissionais da saúde devem enfrentar a questão das drogas nas escolas. 

Ela ficou surpresa com o alto grau de informação dos alunos acerca dos efeitos das substâncias e mesmo de questões legais, como a quantidade de maconha ou cocaína que diferencia consumo e tráfico.

— É pouco efetivo ir às escolas querer ensinar coisas que eles sabem melhor do que a gente. O que se tem que fazer é discutir alternativas. Mas não é um problema de solução fácil, do tipo faz isso ou aquilo. Precisamos manter as crianças na escola a partir do esporte, da realização de cursos técnicos. Dar oportunidades, criar nichos saudáveis de lazer, onde todos possam se divertir — diz Margô.

Ela aponta, no entanto, que a atuação dos professores tem limites e que o problema das drogas envolve outras esferas do poder público — além, é claro, das famílias e da própria comunidade. 

É o caso de traficantes que atuam nas imediações das escolas. 

Para Margô, isso é caso de polícia.
 Ela cita também a ausência de pais e familiares no cotidiano dos filhos. O que acaba remetendo para a escola questões que poderiam ser discutidas dentro de casa.

Marta diz que o programa de prevenção do governo mais do que dobrará sua cobertura este ano, atingindo 2.755 cidades, embora não haja garantia de que todas as escolas venham a ser beneficiadas. 

O alvo são municípios com baixo e médio Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O professor de psicologia do desenvolvimento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Valério José Arantes conta que a instituição oferece apoio psicológico a seus estudantes. 

Segundo ele, isso faz muita falta na rede de educação básica:

— Na maior parte das escolas, não tem nem orientador educacional.

Para Valério, as escolas deveriam criar espaços onde os jovens pudessem conversar com especialistas sobre seus anseios e inseguranças. 

Com formação em psicodrama, ele diz que melhor ainda seria desenvolver esse tipo de atividade: uma forma de levar os alunos a encenar, com técnicas de teatro, questões como overdoses e sequelas deixadas pelas drogas.

— É preciso lidar com a situação sem criminalizá-la. Um adolescente que está vendendo droga é caso de polícia. Já a criminalização de um jovem que usa só para fazer parte do grupo é bastante perigosa. E pode marcá-lo para o resto da vida. Esse jovem tem que ser orientado e, em casos mais graves, ser levado a uma clínica.


Maravilhoso poder ver  tema sendo discutido de forma ampla, outros colegas pensando junto e com as mesmas idéias, desejos e necessidades.
Me sinto menos uma guerreira solitária.
A luta com o processo educacional é uma constante, e a quebra de paradigmas e preconceitos também. 
Enquanto isso continuamos assistindo nossos jovens adentrarem precocemente universo das drogas com muita informação, mas com poucas ferramentas que o protejam de si mesmos. Que favoreçam escolhas mais saudáveis. 
Temos tentado parcerias e aberturas para uma NOVA escola, para uma NOVA maneira de se pensar o jovem e a família antes que estes se percam.
Algumas já entenderam e estão contextualizando, se repensando e revendo num novo formato no qual eu educo para áreas do conhecimento técnico-científico mas também permito o meu aluno se reconhecer e se descobrir dentro dele mesmo. Se valorizar, desenvolver atributos da área afetiva-emocional e assim SER Gente com a Gente e Estar com Ele Mesmo valorizando suas escolhas e ideais.
Precisamos de uma escola parceira nesta construção, muito menos que faça prevenção 'as drogas, mas muito mais que invista na preservação do SER HUMANO  .     

24 junho 2011

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É O NÚCLEO INTEGRANDO  MUITAS NOVIDADES NO TRATAMENTO E NA PREVENÇÃO
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11 junho 2011

COMEÇAM AS AÇÕES PELA SEMANA NACIONAL ANTIDROGAS - PARTICIPEM



Programação

Coordenação: Dr. Marco Apolo da Silva Ramidan
Dias:15, 16 e 17 de Junho de 2011
Horário: 09h00 às 12h00 e 13h30 às 16h00
Informações: tel: (21) 2252-4538 / 2509-4951

MANHÃ DO DIA 15/06/2011 - QUARTA-FEIRA

Início: 09h - Entrega de material / Coffee break

Abertura do Seminário: Dr. Fernando Fragoso - Presidente do IAB
Mesa 1: PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO
Coordenador: Dr. Paulo Carvalho
Advogado e Integrante da Comissão de Prevenção à Dependência Química do IAB


Hora: 09:10 às 09:50 - Tema: O trabalho pedagógico na prevenção ao uso de drogasPalestrante: Professora Regina Lucia Brandão Alencar
Psicopedagoga e Professora Universitária


Hora: 09:50 às 10:30 - Tema: Ações Educativas e PreventivasPalestrante: Sra. Silvia Pontes
Coordenadora da Coordenadoria de Prevenção as Drogas do Município do Rio de Janeiro.


INTERVALO - 10:30 às 10:40 - Coffee break

Hora: 10:40 às 11:20 - Tema: Escolas preventivasPalestrante: Professora Mina Seinfeld de Carakushansky
Diretora da Federação Mundial Contra as Drogas - WFAD e Diretora da Drug Watch Internacional


TARDE DO DIA 15/06/2011 - QUARTA-FEIRA

Mesa 2: ASSISTÊNCIA E TRATAMENTOCoordenador: Dr. Arnaldo Libman
Médico Reumatologista e Fisiatra do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo

Hora: 13:30 às 14:00 - Tema: A importância do diagnóstico para o tratamentoPalestrante: Dr. Talvane Martins de Moraes
Psiquiatra Forense e Presidente da Comissão de Prevenção a Dependência Química do IAB

Hora: 14:00 às 14:30 - Tema: Rede de atendimento e internaçãoPalestrante: Dr. Jorge Jaber
Médico Psiquiatra - Integrante da Comissão de Prevenção à Dependência Química do IAB

INTERVALO: 14:30 ÀS 14:40 - Coffee break

Hora: 14:40 às 15:10 - Tema: As implicações da recaída no tratamento do dependente químicoPalestrante: Dra. Ana Café
Psicóloga Clínica, Coordenadora do Núcleo Integrado , Membro do Conselho Municipal Antidrogas e ABEAD

Hora: 15:10 às 15:40 - Tema: Justiça TerapêuticaPalestrante: Dr. Marcus Kac
Promotor de Justiça e Coordenador de Direitos Humanos - MPERJ

MANHÃ DO DIA 16/06/2011 - QUINTA-FEIRA
Mesa 3: AÇÕES REPRESSIVAS E PREVENTIVAS
Coordenador: Dr. Antonio Cardoso Rayol
Vice-Presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Federal


Hora: 09:10 às 09:50 - Tema: As Drogas e a Realidade Jurídico SocialPalestrante: Dr. Ubyratan Guimarães Cavalcanti
Secretário Geral do IAB, Professor Universitário e Advogado Criminalista


Hora: 09:50 às 10:30 - Tema: Ações da Polícia CivilPalestrante: Dra. Martha Rocha
Delegada Chefe de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro


INTERVALO: 10:30 às 10:40 - Coffee break

Hora: 10:40 às 11:20 - Tema: O Trabalho de Prevenção e Repressão da Polícia MilitarPalestrante: Cel. PM Mario Sérgio
Cmte. Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro


Hora: 11:20 às 12:00 - Tema: O tráfico internacional e a entrada das drogas no BrasilPalestrante: Dr. Valmir Lemos de Oliveira
Delegado Federal Superintendente de Polícia Federal no Rio de Janeiro


TARDE DO DIA 16/06/2011 - QUINTA-FEIRA
Mesa 4: AÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS Coordenador: Dr. Antonio Cardoso Rayol
Vice-Presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Federal


Hora: 13:30 às 14:10 - Tema: Tráfico de Drogas e Soberania Nacional Palestrante: Coronel Antonio Carlos de Pessôa
Cel do Exército Brasileiro - Escola Superior de Guerra - ESG

INTERVALO: 14:10 às 14:20 - Coffee break

Mesa 5: AÇÕES DA SOCIEDADE ORGANIZADA FRENTE AO PROBLEMA DAS DROGASCoordenadora: Dra. Martha Cristina Terra de Melo
Perita Judicial

Hora: 14:20 às 15:00 - Tema: Estudos e estatísticasPalestrante: Dra. Juliana M. Barroso
Subsecretária de Ensino e Programa de Prevenção da Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro


Hora: 15:10 às 15:50 - Tema: A Legislação e o trafico de drogasPalestrante: Dr. Marcelo Itagiba
Delegado da Polícia Federal


MANHÃ DO DIA 17/06/2011 - SEXTA-FEIRA3

Mesa 6: MÍDIA E PREVENÇÃOCoordenador: Dr. Marco Apolo da Silva Ramidan - Defensor Público e Vice-presidente da Comissão de Prevenção à Dependência Química do IAB

Hora: 09:00 às 10:40 - Tema: Mídia, informação ou entretenimento.
Palestrante: Dep. Est. Wagner Montes
Deputado Estadual e Apresentador do "Balanço Geral"


Hora: 10:50 às 11:30 - Tema: A mídia e a opinião públicaPalestrante: Dra. Neise Ventura
Psicóloga e Apresentadora do programa na Sua Companhia - Band-Rio.

TARDE DO DIA 17/06/2011 - SEXTA-FEIRA

Mesa 7: A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E SEUS LIMITESCoordenadora: Profª Mina Seinfeld de Carakushansky
Diretora da Federação Mundial Contra as Drogas - WFAD e Diretora da Drug Watch International


Hora: 13:30 às 15:00 - Tema: Democracia, censura e liberdadePalestrante: Dra. Ester Kosovski
Advogada e Ex-Conselheira do CONFEN

INTERVALO: 15:00 às 15:10

Hora: 15:10 às 15:50 - Tema: Liberdade com ResponsabilidadePalestrante: Dr. Antonio Carlos Rayol
Vice-Presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Federal

Debates: 16:00 às 17:00

Iniciativa da Comissão de Prevenção à Dependência Química
Realização: Centro Cultural do IAB


 
 
 

28 maio 2011

RIO CAMINHA


Internação para menores viciados em crack será obrigatória no Rio


Medida entra em vigor após publicação no Diário Oficial, na próxima segunda-feira

Marcelo Bastos, do R7 | 27/05/2011 às 14h10


A partir da próxima segunda-feira (30), todas as crianças e adolescentesrecolhidos nas ruas da cidade do Rio de Janeiro e que sejam comprovadamente dependentes químicos, principalmente de crack, serão obrigados a se tratar. A medida será publicada no Diário Oficial.
Até então, a Secretaria Municipal de Assistência Social entedia que obrigar os menores a se tratar constituiria crime de cárcere privado. Após entendimento com o Ministério Público e a Vara da Infância e Juventude, a interpretação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) mudou, conforme explica o secretário Rodrigo Bethlem:
- O estatuto define alguns direitos para as crianças e adolescentes. O maior deles é o direito à vida e à integridade física. Na medida em que essas crianças estão nas ruas consumindo drogas e isso pode levá-las à morte, com uma ausência nítida da família, o poder público tem não só o direito, mas o dever de intervir. Essa internação compulsória vai servir para auxiliar esse jovem a se tratar, com todo o acompanhamento médico necessário.
O secretário afirmou que a prefeitura possui 60 vagas exclusivas para tratar menores dependentes químicos, mas que esse número vai subir para 130 até o fim de junho.
- Pode não ser um número absolutamente suficiente, mas a gente só vai saber disso à medida que fizermos as internações. Quanto a menores, a gente tem legalmente como agir dessa forma. O que a gente não pode fazer é ter um número de vagas razoável e não tratar esses jovens. Há também nos abrigos uma equipe multidisciplinar capaz de fazer uma análise preliminar a ajudar quem estiver disposto a se tratar.
Bethlem reforçou ainda a mudança na interpretação da legislação.
- Tivemos que fazer isso diante da situação que vivemos. Não é difícil chegarmos a uma cracolândia e encontrarmos cinco, dez, 20 crianças. Eu não quero nada diferente para essas crianças do que eu quero para os meus filhos. Você não pode imaginar que uma criança de 12 anos tenha capacidade para decidir quando e se ela quer se tratar. Isso a família deveria fazer. A família não faz e nós temos que fazer.
Os critérios para decidir quem precisa de internação serão clínicos, segundo o secretário. Serão feitos exames e avaliações médicas e psicológicas que vão verificar quem deve ou não ser submetido à internação.

Caso a família de um desses jovens queira impedir a internação dele, a secretaria, com apoio do Conselho Tutelar e da Vara da Infância, vai avaliar se a família tem condições de cuidar do menor ou não. Caso não tenha, ele será internado.
Excelente a medida tomada pela Secretária de Ação Social e já não era sem tempo que precisávamos rever essa legislação, que na verdade acaba colocando em risco de vida nossos jovens.
Espero que abra também uma possibilidade para que as Clínicas particulares como um todo possam atuar no tratamento. Pois como falei na última reunião do COMAD é inviável não podermos internar adolescentes em risco de vida.  
Que esse seja um belo primeiro passo para entendermos que o problema das drogas avançou muito, hoje atinge na precocidade nossa sociedade e sendo assim devemos tratar também em sua precocidade.