28 Setembro 2011

GESTALT E ARTETERAPIA A EXPERIÊNCIA DA ARGENTINA E DA COLÔMBIA COM DEPENDENTES


O Núcleo estará recebendo  neste final de semana a visita da Psicóloga  Gabriela Murgo da Argentina e do Arteterapeuta Carlos Andres Gutierrez da Colômbia para dois encontros de aprofundamento em Gestalt Terapia e Arteterapia.



WORKSHOP - 22 E 23 DE OUTUBRO
 09:00 'as 18:00

Público Alvo

Profissionais e estudantes da área da saúde, educação,  coordenadores de grupos, recursos humanos, sociólogos; líderes organizacionais e todos aqueles interessados em  participar de um intenso proceso de desenvolvimento  pessoal l para comprender e ajudar aos outros.

OBJETIVO:

Aprender o  enfoque Gestáltico e Autoconhecimento pessoal. Vivenciar o enfoque Gestáltico e a Arteterapia no processo de recuperação de si e dos outros. Incorporar ferramentas  de auto-asistencia emocional (ser o melhor amigo de si mesmo para liderar seu mundo interior). 
 
METODOLOGÍA 
Dinámica vivencial para favorecer o crescimento pessoal e profissional.



Consta de 2 MODULOS de 9 hs cada encontro .

Custo :  2 parcelas de 125,00  






Gabriela Regina Murgo ( Argentina)

Actual Directora de la Diplomatura en Gestalt 
Universidad Abierta Interamericana 
Directora de la Diplomatura en Arteterapia- Universidad Abierta Interamericana

Lic. Psicología -Universidad Catolica Argentina
Terapeuta Gestaltica. Centro Presencia, Bs.As. Silvia Salinas 1995

e

Carlos Andres Gutierrez (Colômbia)

Mestre em Artes Plásticas - Universidade Nacional da Colômbia
Formado em Teatro pela Universidade Nacional da Colômbia
Trabalha com Arteterapia em Saúde Mental, com pacientes tóxicos adictivos  e não adictivos, crianças e adolescentes em situação de risco, pessoas privadas de liberdade.



Informações 3553-6442  

02 Agosto 2011

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO

INVISTA EM PREVENCAO COM PALESTRAS, TEATRO 
ENTRE EM CONTATO JUNTO AO NUCLEO INTEGRADO 







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11 Julho 2011

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA APRESENTA


NAS ESCOLAS, FALTA PREPARO PARA DISCUTIR DROGAS






Enviado por Demétrio Weber - 
26.06.2011
 | 
14h39m  - 


 Preocupação nas escolas, o consumo de drogas por estudantes é um desafio para educadores em todo o país. 
Especialistas recomendam abertura para o diálogo em vez de punição ou posturas moralistas. 
Mas admitem que é difícil lidar com o problema e que as redes de ensino não estão preparadas para isso. 
O programa de prevenção dos Ministérios da Educação e da Saúde (MEC), em parceria com a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e a Universidade de Brasília (UnB), está presente em apenas 1.255 municípios22% do total. 
Uma das principais ações é oferecer formação específica a professores de escolas públicas.
Isso é feito por meio de cursos a distância, com duração de 120 horas. 
A estratégia, porém, só atingiu 30,7 mil docentes, o que corresponde a meros 2% do total de profissionais de ensino fundamental e médio na rede pública do país.
A coordenadora do Programa Saúde na Escola por parte do MEC, Marta Klumb, diz que o diálogo é a chave para abordar o tema. 
E que os professores devem criar um vínculo de confiança com os jovens. Marta é contra a suspensão de estudantes flagrados consumindo drogas:
— O aluno que faz uso de drogas não deve ser expulso da escola, ele deve ser acolhido.
A coordenadora enfatiza a importância de que os profissionais da educação sejam preparados para enfrentar o assunto sem tabus. 

Para isso, segundo ela, é necessária uma boa dose de conhecimentos científicos: desde o prazer que as drogas proporcionam até as consequências danosas à saúde e ao projeto de vida de cada jovem.

— Nossa orientação é para que o tema conste no currículo e no projeto político-pedagógico das escolas. Não queremos que seja abordado só na aula de biologia ou educação física. O porteiro, a merendeira têm que saber discutir e dialogar.

Em Brasília, a professora da UnB Margô Karnikowski coordenou uma pesquisa em escola pública com o objetivo de descobrir como educadores e profissionais da saúde devem enfrentar a questão das drogas nas escolas. 

Ela ficou surpresa com o alto grau de informação dos alunos acerca dos efeitos das substâncias e mesmo de questões legais, como a quantidade de maconha ou cocaína que diferencia consumo e tráfico.

— É pouco efetivo ir às escolas querer ensinar coisas que eles sabem melhor do que a gente. O que se tem que fazer é discutir alternativas. Mas não é um problema de solução fácil, do tipo faz isso ou aquilo. Precisamos manter as crianças na escola a partir do esporte, da realização de cursos técnicos. Dar oportunidades, criar nichos saudáveis de lazer, onde todos possam se divertir — diz Margô.

Ela aponta, no entanto, que a atuação dos professores tem limites e que o problema das drogas envolve outras esferas do poder público — além, é claro, das famílias e da própria comunidade. 

É o caso de traficantes que atuam nas imediações das escolas. 

Para Margô, isso é caso de polícia.
 Ela cita também a ausência de pais e familiares no cotidiano dos filhos. O que acaba remetendo para a escola questões que poderiam ser discutidas dentro de casa.

Marta diz que o programa de prevenção do governo mais do que dobrará sua cobertura este ano, atingindo 2.755 cidades, embora não haja garantia de que todas as escolas venham a ser beneficiadas. 

O alvo são municípios com baixo e médio Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O professor de psicologia do desenvolvimento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Valério José Arantes conta que a instituição oferece apoio psicológico a seus estudantes. 

Segundo ele, isso faz muita falta na rede de educação básica:

— Na maior parte das escolas, não tem nem orientador educacional.

Para Valério, as escolas deveriam criar espaços onde os jovens pudessem conversar com especialistas sobre seus anseios e inseguranças. 

Com formação em psicodrama, ele diz que melhor ainda seria desenvolver esse tipo de atividade: uma forma de levar os alunos a encenar, com técnicas de teatro, questões como overdoses e sequelas deixadas pelas drogas.

— É preciso lidar com a situação sem criminalizá-la. Um adolescente que está vendendo droga é caso de polícia. Já a criminalização de um jovem que usa só para fazer parte do grupo é bastante perigosa. E pode marcá-lo para o resto da vida. Esse jovem tem que ser orientado e, em casos mais graves, ser levado a uma clínica.


Maravilhoso poder ver  tema sendo discutido de forma ampla, outros colegas pensando junto e com as mesmas idéias, desejos e necessidades.
Me sinto menos uma guerreira solitária.
A luta com o processo educacional é uma constante, e a quebra de paradigmas e preconceitos também. 
Enquanto isso continuamos assistindo nossos jovens adentrarem precocemente universo das drogas com muita informação, mas com poucas ferramentas que o protejam de si mesmos. Que favoreçam escolhas mais saudáveis. 
Temos tentado parcerias e aberturas para uma NOVA escola, para uma NOVA maneira de se pensar o jovem e a família antes que estes se percam.
Algumas já entenderam e estão contextualizando, se repensando e revendo num novo formato no qual eu educo para áreas do conhecimento técnico-científico mas também permito o meu aluno se reconhecer e se descobrir dentro dele mesmo. Se valorizar, desenvolver atributos da área afetiva-emocional e assim SER Gente com a Gente e Estar com Ele Mesmo valorizando suas escolhas e ideais.
Precisamos de uma escola parceira nesta construção, muito menos que faça prevenção 'as drogas, mas muito mais que invista na preservação do SER HUMANO  .     

24 Junho 2011

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É O NÚCLEO INTEGRANDO  MUITAS NOVIDADES NO TRATAMENTO E NA PREVENÇÃO
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19 Junho 2011

NA SEMANA DE COMBATE 'AS DROGAS EMPRESAS COLOCAM AÇÃO NA PREVENÇÃO

Neste sábado participei do evento FLORESCER EM FAMÍLIA, realizado em MACAÉ



Foi emocionante ver a presença de famílias num 
sábado pela manhã. 







Tivemos a presença desde crianças até adolescentes junto com seus pais que trocaram sobre o papel da família, responsabilidade 
dos filhos. Isso é Prevenção.


Amei. Me emocionei com a apresentação do Coral com meninas de 10 a 17 anos, e que voz. Quanta habilidade nossos jovens tem e estão guardadas, perdidas...   
É isso que todos nós Empresa, sociedade civil, escolas e condomínios deveríamos nos mirar, acreditar e buscar através de ações, sensibilizar.
Precisamos agir em prol da conscientização e da retomada de nossa sociedade saudável. 
Retomar as famílias , favorecer as habilidades intrínsecas de nossa juventude brasileira. 
Se podemos nos unir para salvar as Bromélias, as baleias, a Amazônia, podemos nos unir para salvar a Juventude Brasileira que cada dia parece sucumbir mais e mais a uma demanda incontrolável pelo uso de drogas.


EU ACREDITO.
ELES ACREDITARAM. 
 E VOCÊ ACREDITA?    

11 Junho 2011

COMEÇAM AS AÇÕES PELA SEMANA NACIONAL ANTIDROGAS - PARTICIPEM



Programação

Coordenação: Dr. Marco Apolo da Silva Ramidan
Dias:15, 16 e 17 de Junho de 2011
Horário: 09h00 às 12h00 e 13h30 às 16h00
Informações: tel: (21) 2252-4538 / 2509-4951

MANHÃ DO DIA 15/06/2011 - QUARTA-FEIRA

Início: 09h - Entrega de material / Coffee break

Abertura do Seminário: Dr. Fernando Fragoso - Presidente do IAB
Mesa 1: PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO
Coordenador: Dr. Paulo Carvalho
Advogado e Integrante da Comissão de Prevenção à Dependência Química do IAB


Hora: 09:10 às 09:50 - Tema: O trabalho pedagógico na prevenção ao uso de drogasPalestrante: Professora Regina Lucia Brandão Alencar
Psicopedagoga e Professora Universitária


Hora: 09:50 às 10:30 - Tema: Ações Educativas e PreventivasPalestrante: Sra. Silvia Pontes
Coordenadora da Coordenadoria de Prevenção as Drogas do Município do Rio de Janeiro.


INTERVALO - 10:30 às 10:40 - Coffee break

Hora: 10:40 às 11:20 - Tema: Escolas preventivasPalestrante: Professora Mina Seinfeld de Carakushansky
Diretora da Federação Mundial Contra as Drogas - WFAD e Diretora da Drug Watch Internacional


TARDE DO DIA 15/06/2011 - QUARTA-FEIRA

Mesa 2: ASSISTÊNCIA E TRATAMENTOCoordenador: Dr. Arnaldo Libman
Médico Reumatologista e Fisiatra do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo

Hora: 13:30 às 14:00 - Tema: A importância do diagnóstico para o tratamentoPalestrante: Dr. Talvane Martins de Moraes
Psiquiatra Forense e Presidente da Comissão de Prevenção a Dependência Química do IAB

Hora: 14:00 às 14:30 - Tema: Rede de atendimento e internaçãoPalestrante: Dr. Jorge Jaber
Médico Psiquiatra - Integrante da Comissão de Prevenção à Dependência Química do IAB

INTERVALO: 14:30 ÀS 14:40 - Coffee break

Hora: 14:40 às 15:10 - Tema: As implicações da recaída no tratamento do dependente químicoPalestrante: Dra. Ana Café
Psicóloga Clínica, Coordenadora do Núcleo Integrado , Membro do Conselho Municipal Antidrogas e ABEAD

Hora: 15:10 às 15:40 - Tema: Justiça TerapêuticaPalestrante: Dr. Marcus Kac
Promotor de Justiça e Coordenador de Direitos Humanos - MPERJ

MANHÃ DO DIA 16/06/2011 - QUINTA-FEIRA
Mesa 3: AÇÕES REPRESSIVAS E PREVENTIVAS
Coordenador: Dr. Antonio Cardoso Rayol
Vice-Presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Federal


Hora: 09:10 às 09:50 - Tema: As Drogas e a Realidade Jurídico SocialPalestrante: Dr. Ubyratan Guimarães Cavalcanti
Secretário Geral do IAB, Professor Universitário e Advogado Criminalista


Hora: 09:50 às 10:30 - Tema: Ações da Polícia CivilPalestrante: Dra. Martha Rocha
Delegada Chefe de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro


INTERVALO: 10:30 às 10:40 - Coffee break

Hora: 10:40 às 11:20 - Tema: O Trabalho de Prevenção e Repressão da Polícia MilitarPalestrante: Cel. PM Mario Sérgio
Cmte. Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro


Hora: 11:20 às 12:00 - Tema: O tráfico internacional e a entrada das drogas no BrasilPalestrante: Dr. Valmir Lemos de Oliveira
Delegado Federal Superintendente de Polícia Federal no Rio de Janeiro


TARDE DO DIA 16/06/2011 - QUINTA-FEIRA
Mesa 4: AÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS Coordenador: Dr. Antonio Cardoso Rayol
Vice-Presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Federal


Hora: 13:30 às 14:10 - Tema: Tráfico de Drogas e Soberania Nacional Palestrante: Coronel Antonio Carlos de Pessôa
Cel do Exército Brasileiro - Escola Superior de Guerra - ESG

INTERVALO: 14:10 às 14:20 - Coffee break

Mesa 5: AÇÕES DA SOCIEDADE ORGANIZADA FRENTE AO PROBLEMA DAS DROGASCoordenadora: Dra. Martha Cristina Terra de Melo
Perita Judicial

Hora: 14:20 às 15:00 - Tema: Estudos e estatísticasPalestrante: Dra. Juliana M. Barroso
Subsecretária de Ensino e Programa de Prevenção da Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro


Hora: 15:10 às 15:50 - Tema: A Legislação e o trafico de drogasPalestrante: Dr. Marcelo Itagiba
Delegado da Polícia Federal


MANHÃ DO DIA 17/06/2011 - SEXTA-FEIRA3

Mesa 6: MÍDIA E PREVENÇÃOCoordenador: Dr. Marco Apolo da Silva Ramidan - Defensor Público e Vice-presidente da Comissão de Prevenção à Dependência Química do IAB

Hora: 09:00 às 10:40 - Tema: Mídia, informação ou entretenimento.
Palestrante: Dep. Est. Wagner Montes
Deputado Estadual e Apresentador do "Balanço Geral"


Hora: 10:50 às 11:30 - Tema: A mídia e a opinião públicaPalestrante: Dra. Neise Ventura
Psicóloga e Apresentadora do programa na Sua Companhia - Band-Rio.

TARDE DO DIA 17/06/2011 - SEXTA-FEIRA

Mesa 7: A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E SEUS LIMITESCoordenadora: Profª Mina Seinfeld de Carakushansky
Diretora da Federação Mundial Contra as Drogas - WFAD e Diretora da Drug Watch International


Hora: 13:30 às 15:00 - Tema: Democracia, censura e liberdadePalestrante: Dra. Ester Kosovski
Advogada e Ex-Conselheira do CONFEN

INTERVALO: 15:00 às 15:10

Hora: 15:10 às 15:50 - Tema: Liberdade com ResponsabilidadePalestrante: Dr. Antonio Carlos Rayol
Vice-Presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Federal

Debates: 16:00 às 17:00

Iniciativa da Comissão de Prevenção à Dependência Química
Realização: Centro Cultural do IAB